Somos o 9.º A da Escola EBI c/JI Cidade de Castelo Branco. Neste blog, publicaremos os nossos trabalhos realizados no âmbito da disciplina de Área de Projecto.

30
Nov 09

     O escudo foi, até 2002, a moeda oficial portuguesa. Nessa data, foi substituída pelo EURO.

    A República fez uma reforma monetária, procurando colocar a unidade monetária portuguesa equivalente às dos outros países da Europa. Em 1911, o Governo Provisório introduziu o escudo, que equivalia a 1000 réis, a moeda monárquica. O escudo estava dividido em 100 centavos.

   Foram moedas de ouro de 10, 5, 2 e 1 escudos; moedas de prata de 1 escudo, 50, 20 e 10 centavos; moedas de bronze de 4, 2, 1 e ½ centavos.

 

                  

 

Micael Inês

 

publicado por conta-mehistorias às 18:08

25
Nov 09

     No início de cada ano, D.Carlos I, Rei de Portugal, partia com toda a sua família, para Vila Viçosa, morada ancestral dos Bragança e o seu palácio preferido. Aí reuniu pela última vez os seus amigos íntimos, desenvolvendo as suas célebres caçadas. Entretanto, a situação política complicava-se em Lisboa, instalando-se uma revolta, finalizada em 28 de Janeiro. João Franco preparou uma lei prevendo o degredo para as colónias asiáticas dos revoltosos republicanos. O Rei assinou o decreto ainda em Vila Viçosa e consta que terá dito: “Acabei de assinar a minha sentença de morte”.

    A 1 de Fevereiro de 1908, a família real regressou a Lisboa. Durante o caminho, o comboio sofreu um pequeno descarrilamento. A comitiva régia chegou ao Barreiro, tendo aí embarcado num barco a vapor com destino ao Terreiro do Paço, em Lisboa.Esperavam-nos o Governo e vários dignatários da Corte. Após os cumprimentos, a família real subiu para uma carruagem aberta em direcção ao Palácio das Necessidades.A carruagem atravessou o Terreiro do Paço, onde foi atingida por disparos vindos da multidão que se juntara para saudar o rei. D.Carlos I morreu de imediato, o herdeiro D. Luís Filipe foi ferido mortalmente e o infante D.Manuel foi ferido num braço. Os assassinos foram mortos no local, por membros da guarda real e reconhecidos posteriormente como membros do movimento republicano. A sua morte indignou toda a Europa.

 

                 

 

D. Carlos e o Príncipe D. Luís Filipe já mortos

 e a Rainha a tentar defender a família,

batendo com um ramo de flores num dos regicidas.
Terreiro do Paço - 1908
  
Inês Silva
publicado por conta-mehistorias às 18:20

     O ultimato britânico de 1890 foi um ultimato do governo inglês, entregue a 11 de Janeiro de 1890, a Portugal, para a retirada das forças militares existentes no território compreendido entre as colónias de Moçambique e Angola (Chire), a pretexto de um incidente ocorrido entre Portugueses e Macololos. A zona era reclamada por Portugal, que a havia incluído no famoso Mapa cor-de-rosa, reclamando a partir da Conferencia de Berlim uma faixa de território que ia de Angola à contra-costa ou seja, a Moçambique. Portugal obedeceu o ultimato inglês de 1890 porque sabiam que os ingleses era muito mais desenvolvidos em questão de armamento e tinham mais tropa que Portugal sabendo também que iam perder e que o rei de Portugal foi ameaçado nesse ultimato inglês.

    Estas pretensões portuguesas entravam em conflito com o projecto inglês de criar uma ferrovia que atravessaria todo o continente africano de norte a sul, ligando o Cairo à Cidade do Cabo. Este acabaria por nunca se realizar, pelas enormes dificuldades de um projecto esta dimensão, dos obstáculos postos pelo clima e geografia, da oposição portuguesa com o mapa cor-de-rosa seguindo-se oIncidente Fachoda entre 1898 e 1899, que colocou a França e Inglaterra à beira de uma guerra. 

        
 
 
              

Jérome José Gavino Ramires, n.º13, 9.ºA

publicado por conta-mehistorias às 18:12

22
Nov 09

      O Museu Francisco Tavares Proença Júnior ocupa o antigo Paço Episcopal de Castelo Branco, que passou por sucessivas adaptações funcionais até à instalação do museu, em 1971

    Actualmente, o museu tem três exposições permanentes: a colecção arqueológica de Francisco Tavares Proença Júnior, a história do bispado e o bordado de Castelo Branco.

    O museu foi, em tempos, o Paço Episcopal do bispo da Guarda e mais tarde do bispo de Castelo Branco. A sua construção iniciou-se, em 1596, por ordem D. Nuno de Noronha. Por detrás do museu, podemos admirar os jardins do Paço Episcopal, que representam a arte de jardinagem do período barroco.

    O museu é dirigido por Aida Rechena, a actual directora, que pretende que o museu se torne importante e essencial na vida da população de Castelo Branco.

 
 

 

 
 
                                                          Hugo Almeida, n.º 11, 9.ºA

 

publicado por conta-mehistorias às 20:17

17
Nov 09

      A Bandeira Nacional foi oficialmente adoptada a 30 de Junho de 1911. No entanto, já era usada uma bandeira muito semelhante, desde a proclamação da República, a 5 de Outubro de 1910.

Esta bandeira foi usada para simbolizar a proclamação da República e o fim à Monarquia.

   A Bandeira Nacional surgiu de um concurso de bandeiras.

    A bandeira de Portugal é dividida, principalmente, em duas cores, o vermelho e o verde.

    A cor vermelha simboliza a coragem e o sangue derramado, pelos portugueses nas guerras. O verde simboliza a esperança.

    O símbolo central da bandeira nacional é a esfera armilar, que representa o mundo que os navegadores portugueses descobriram nos séculos XV e XVI. Os sete castelos simbolizam as localidades fortificadas que D. Afonso Henriques conquistou aos Mouros. As 5 quinas representam os cinco reis mouros que D. Afonso Henriques venceu na batalha de Ourique. Os pontos dentro das quinas representam as cinco chagas de Cristo. Diz-se que, antes desta batalha, Jesus Cristo crucificado apareceu a D. Afonso Henriques e disse-lhe: “Com este sinal, vencerás”.

 

 

 

Pedro Lourenço, N.º 23, 9º A

publicado por conta-mehistorias às 16:39

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