Somos o 9.º A da Escola EBI c/JI Cidade de Castelo Branco. Neste blog, publicaremos os nossos trabalhos realizados no âmbito da disciplina de Área de Projecto.

07
Jun 10

José Manuel, de 66 anos, conta que o “ 25 de Abril foi uma revolução completamente inesperada”, José trabalhava num talho e viu-se surpreendido “ por muitos tropas que invadiam as ruas de Lisboa”.

Pelo que diz José, ninguém sai, nem ninguém entrava a passagem estava interdita e o pânico instalava-se em muitas pessoas, “estava tudo com medo, viviamos uma ditadura, um regime politico que nesse dia foi brutalmente derrubado, e foi bom esta revolução”.

Questionado sobre as diferenças após a “ Revolução dos Cravos”, assim chamada por todos, José comenta que “ A partir da data ( 25 de Abril de 1974 ) tudo mudou bastante, os Portugueses passaram a ser livres o que é muito importante. A liberdade é, realmente, a única coisa que um homem tem mesmo seu”

Podendo concluir que para José esta revolução veio mudar bastante a vida dos Portugueses, para melhor, efectivamente.

 

Jéssica Duarte

publicado por conta-mehistorias às 14:23

Luís Pereira conta-nos mais uma grande história da Guerra Colonial.

Ele ia num jipe de guerra com os seus companheiros de guerra, quando, numa grande emboscada, o exército angolano baleou o jipe do exército português por completo.

Quem olhasse para aquele jipe, dizia que não havia sobreviventes, mas sobreviveu um, apenas um dos onze que iam naquele jipe.

Luis Pereira conta que nunca mais esqueceu os gritos, o sangue, a aflição, mas acima de tudo, a morte, a morte daqueles que o acompanhavam nos momentos de guerra e sobrevivência.

“ Dificilmente se esquecem aqueles momentos. Apesar de sermos apenas companheiros de exército, passávamos muito tempo juntos e isso fez com que criássemos laços de amizade, jogávamos às cartas, contavamos aventuras de uns e de outros. “

Luis Pereira diz sobretudo que “tudo o que se vive lá, não é apagado à medida que vimos para cá, vem e fica para não mais esquecer.”

 

Jéssica Duarte

 

publicado por conta-mehistorias às 14:13

Francisco Santos foi pára-quedista, na Guerra Colonial.

Um dia, ao saltarem do avião com os pára-quedas, os Angolanos que os esperavam em terra começaram a atirar com as armas para os atingirem.

Francisco, diz que teve sorte de não ser um dos atingidos, mas conta que muitos dos seus companheiros morreram no ar!

Depois deste acontecimento, foi difícil para Francisco e para os restantes companheiros conseguirem adormecer, pois estavam com receio de serem mortos.

Com falta de alimento e já com bastante fome, viram-se obrigados a irem à caça para o mato e a comer carne de burro do mato (uma espécie de cabra grande).

“Com todos estes acontecimentos, vimo-nos obrigados a abandonar o terreno, pois não tínhamos grandes hipóteses de cumprir a nossa missão.” Relata Francisco Santos.

 

Jéssica Duarte

publicado por conta-mehistorias às 14:08

Junho 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30


subscrever feeds
arquivos
pesquisar neste blog
 
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

blogs SAPO